domingo, 18 de dezembro de 2011

A Saúde Pública e os Agrotóxicos

A Saúde Pública e os Agrotóxicos

 

Considerações:

 

O principal tema de discussão no Congresso nessas últimas duas semanas vem sendo como e

onde conseguir mais verba para o Ministério da Saúde, para termos um maior número de

leitos, reequipar e recuperar os hospitais que, salvo alguns, estão em péssimo estado,

conforme constantes reportagens a que vimos assistindo. Depois de muitas manobras

conseguiram tirar da rubrica de Saúde na Contabilidade pública a coleta de lixo, obras com

rêdes de esgoto e saneamento....Talvez obtivessem melhor resultado, não no aumento da

arrecadação, e sim na diminuição do desembolso com remédios e tratamentos, se diminuíssem

o volume de doentes que chegam aos hospitais e postos de saúde intoxicados ou já doentes

mesmo, em consequência do contato direto ou indireto com agrotóxicos. Como sempre, os

políticos, muito habilmente, inverteram os focos: em vez de tentarem resolver o problema

diminuindo o número de doentes, preferiram resolver o problema criando um recurso que

lhes possibilite negociar sobre verbas e dotações. Porque será?

Veja a Matéria completa em http://www.cavaleirotemplario.net/new.htm

 

Fr. +João Baptista Neto

 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Diferenças entre Religiosidade e Espiritualidade

 

Texto extraído do site do Cavaleiro Templário – www.cavaleirotemplario.net

 

 

As Diferenças entre Religião e Espiritualidade

 

 

A religião não é apenas uma, são centenas.

A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem.

A espiritualidade é para os que estão despertos.

 

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.

A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.

A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

 

A religião ameaça e amedronta.

A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa.

A espiritualidade lhe diz: "aprende com o erro".

 

A religião reprime tudo, te faz falso.

A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus.

A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

 

A religião inventa.

A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona.

A espiritualidade questiona tudo.

 

A religião é humana, é uma organização com regras.

A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões.

A espiritualidade é causa de União.

 

A religião lhe busca para que acredite.

A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado.

A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

 

A religião se alimenta do medo.

A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.

A religião faz viver no pensamento.

A espiritualidade faz Viver na Consciência.

 

A religião se ocupa com fazer.

A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego.

A espiritualide nos faz Transcender.

 

A religião nos faz renunciar ao mundo.

A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração.

A espiritualidade é Meditação.

 

A religião sonha com a glória e com o paraíso.

A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro.

A espiritualidade vive no presente.

 

A religião enclausura nossa memória.

A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna.

A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

 

A religião promete para depois da morte.

A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

(AUTOR DESCONHECIDO)

 

Postado no blog http://meumestreinterior.blogspot.com

 

Fr. +João Baptista Neto

 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Site da TempleBrasil já atualizado

Irmãos, Saudações.

 

         Site da TempleBrasilhttp://www.templebrasil.org.br  - já atualizado com as fotos da Investidura, Palavras do Grão Prior , Homilia...

 

Fr. +João Baptista Neto

 

Arauto do Templo

 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Vídeo completo da Investidura de 28.10.11

Irmãos, Saudações

 

SURSUM CORDA

 

         Finalmente ficou pronto o vídeo da 1ª. Investidura de Cavaleiros Templários da “Orden Soberana y Militar del Temple de Jerusalem – OSMTJ-Es/OSMTH”, conduzida pelo Gran Oficial Fr. +Emilio León Labrada, vindo de Madrid especialmente para a cerimônia, pelo Comendador Fr. +João Baptista Neto e pelo Oficial Fr. +Humberto Kennedy de Sousa.

         Foram 3 anos de muita luta e perseverança, não só dos Cavaleiros recém investidos, mas também da TempleBrasil – Associação de Estudos e Formação Templária, constituída em 21.09.08 sob a forma disciplinar de uma Delegação, e que, em 28.10.11, devido ao sucesso do evento, foi elevada à categoria de Comendadoria (Encomienda) – “Encomienda de Rio de Janeiro – Brasil”.

         Com a alma lavada e a prazerosa sensação de missão cumprida pelo desafio vencido, só temos a agradecer a todos os que , direta ou indiretamente, contribuíram para o sucesso desse grandioso feito que, sem dúvida, será um marco na futura história do Templarismo no Brasil.

 

         Para ver o vídeo, clique no link  -  http://www.youtube.com/watch?v=R2lG9DcCmuc

 

HABEMUS AD DOMINE

 

Fr. +João Baptista Neto

         Comendador

Orden Soberana y Militar del Temple de Jerusalem-OSMTJ-Es.

 

ARAUTO DO TEMPLO

 

 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

28/10/2011 - 8 Postulantes serão investidos como Cavaleiros Templários Professos

 

Ao longo de 24 meses mais de 40 Postulantes passaram pelas fileiras da TempleBrasil no intuito de se tornarem Cavaleiros Templários da Orden Soberana y Militar del Temple de Jerusalem - OSMTJ-Es dos quais somente 8 conseguiram cumprir todas as etapas da rígida e severa formação exigida. Congratulamo-nos com os novos Cavaleiros de Capítulo, esperando vê-los no altar da glória sendo investidos como Cavaleiros Templários Professos da legendária e quase milenar Ordem do Templo - OSMTH-Cidade do Porto-Pt.

 

Para maiores detalhes de como se tornar um Cavaleiro Templário, visite: http://www.templebrasil.org.br/faq-home.htm

 

Fr. +João Baptista Neto

Arauto do Templo

 

sábado, 19 de março de 2011

Perda da noção de Limites

Reproduzo abaixo, com as palavras iniciais do Editor da Carta Maior, o artigo de Marco Aurélio Weissheimer.

Veja meu comentário no final.

 

Tragédias naturais expõem perda da noção de limite

Nas catástrofes atuais, parece que vivemos um paradoxo: se, por um lado, temos um desenvolvimento vertiginoso dos meios de comunicação, por outro, a qualidade da reflexão sobre tais acontecimentos parece ter empobrecido, se comparamos com o tipo de debate gerado pelo terremoto de Lisboa, no século XVIII, que envolveu alguns dos principais pensadores da época. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas, construindo inclusive usinas nucleares nestas áreas. A idéia de limite se perdeu e a maioria das pessoas não parece muito preocupada com isso. O artigo é de Marco Aurélio Weissheimer.

No dia 1° de novembro de 1755, Lisboa foi devastada por um terremoto seguido de um tsunami. A partir de estudos geológicos e arqueológicos, estima-se hoje que o sismo atingiu 9 graus na escala Richter e as ondas do tsunami chegaram a 20 metros de altura. De uma população de 275 mil habitantes, calcula-se que cerca de 20 mil morreram (há estimativas que falam em até 50 mil mortos). Além de atingir grande parte do litoral do Algarve, o terremoto e o tsunami também atingiram o norte da África. Apesar da precariedade dos meios de comunicação de então, a tragédia teve um grande impacto na Europa e foi objeto de reflexão por pensadores como Kant, Rousseau, Goethe e Voltaire. A sociedade europeia vivia então o florescimento do Iluminismo, da Revolução Industrial e do Capitalismo. Havia uma atmosfera de grande confiança nas possibilidades da razão e do progresso científico.

No Poème sur le desastre de Lisbonne, (“Poema sobre o desastre de Lisboa”), Voltaire satiriza a ideia de Leibniz, segundo a qual este seria “o melhor dos mundos possíveis”. “O terremoto de Lisboa foi suficiente para Voltaire refutar a teodiceia de Leibniz”, ironizou Theodor Adorno. “Filósofos iludidos que gritam, ‘Tudo está bem’, apressados, contemplam estas ruínas tremendas” – escreveu Voltaire, acrescentando: “Que crimes cometeram estas crianças, esmagadas e ensanguentadas no colo de suas mães?”

Rousseau não gostou da leitura de Voltaire e responsabilizou a ação do homem que estaria “corrompendo a harmonia da criação”. "Há que convir... que a natureza não reuniu em Lisboa 20.000 casas de seis ou sete andares, e que se os habitantes dessa grande cidade se tivessem dispersado mais uniformemente e construído de modo mais ligeiro, os estragos teriam sido muito menores, talvez nulos", escreveu.

Já Kant procurou entender o fenômeno e suas causas no domínio da ordem natural. O terremoto de Lisboa, entre outras coisas, acabará inspirando seus estudos sobre a ideia do sublime. Para Kant, “o Homem ao tentar compreender a enormidade das grandes catástrofes, confronta-se com a Natureza numa escala de dimensão e força transumanas que embora tome mais evidente a sua fragilidade física, fortifica a consciência da superioridade do seu espírito face à Natureza, mesmo quando esta o ameaça”.

A tragédia que se abateu sobre Lisboa, portanto, para além das perdas humanas, materiais e econômicas, impactou a imaginação do seu tempo e inspirou reflexões sobre a relação do homem com a natureza e sobre o estado do mundo na época. Uma época, cabe lembrar, onde os meios de comunicação resumiam-se basicamente a algumas poucas, e caras, publicações impressas, e à transmissão oral de informações, versões e opiniões sobre os acontecimentos. Nas catástrofes atuais, parece que vivemos um paradoxo: se, por um lado, temos um desenvolvimento vertiginoso dos meios de comunicação, por outro, a qualidade da reflexão sobre tais acontecimentos parece ter empobrecido, se comparamos com o tipo de debate gerado pelo terremoto de Lisboa.

A espetacularização das tragédias e a perda da noção de limite

Em maio de 2010, em uma entrevista à revista Adverso (da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), o geólogo Rualdo Menegat, professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituo de Geociências da UFRGS, criticou o modo como a mídia cobre, de modo geral, esse tipo de fenômeno.

“Ela espetaculariza essas tragédias de uma maneira que não ajuda as pessoas entenderem que há uma manifestação das forças naturais aí e que nós precisamos saber nos precaver. A maneira como a grande imprensa trata estes acontecimentos (como vulcões, terremotos e enchentes), ao invés de provocar uma reflexão sobre o nosso lugar na natureza, traz apenas as imagens de algo que veio interromper o que não poderia ser interrompido, a saber, a nossa rotina urbana. Essa percepção de que nosso dia a dia não pode ser interrompido pelas manifestação das forças naturais está ligada à ideia de que somos sobrenaturais, de que estamos para além da natureza”.

Para Menegat, uma das principais lacunas nestas coberturas é a ausência de uma reflexão sobre a ideia de limite. É bem conhecida a imagem medieval de uma Terra plana, cujos mares acabariam em um abismo. Como ficou provado mais tarde, a imagem estava errada, mas ela trazia uma noção de limite que acabou se perdendo. “Embora a imagem estivesse errada na sua forma, ela estava correta no seu conteúdo. Nós temos limites evidentes de ocupação no planeta Terra. Não podemos ocupar o fundo dos mares, não podemos ocupar arcos vulcânicos, não podemos ocupar de forma intensiva bordas de placas tectônicas ativas, como o Japão, o Chile, a borda andina, a borda do oeste americano, como Anatólia, na Turquia”, observa o geólogo.

Não podemos, mas ocupamos, de maneira cada vez mais destemida. O que está acontecendo agora com as usinas nucleares japonesas atingidas pelo grande terremoto do dia 11 de março é mais um alarmante indicativo do tipo de tragédia que pode atingir o mundo globalmente. O que esses eventos nos mostram, enfatiza Menegat, é a progressiva cegueira da civilização humana contemporânea em relação à natureza. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas. “Estamos ocupando locais que, há 50 anos atrás, não ocupávamos. Como as nossas cidades estão ficando gigantes e cegas, elas não enxergam o tamanho do precipício, a proporção do perigo desses locais que elas ocupam”, diz ainda o geólogo, que resume assim a natureza do problema:

"Estamos falando de 6 bilhões e 700 milhões de habitantes, dos quais mais da metade, cerca de 3,7 bilhões, vive em cidades. Isso aumenta a percepção da tragédia como algo assustador. Como as nossas cidades estão ficando muito gigantes e as pessoas estão cegas, elas não se dão conta do tamanho do precipício e do tamanho do perigo desses locais onde estão instaladas. Isso faz também com que tenhamos uma visão dessas catástrofes como algo surpreendente".

A fúria da lógica contra a irracionalidade

Como disse Rousseau, no século XVIII, não foi a natureza que reuniu, em Lisboa, 20.000 casas de seis ou sete andares. Diante de tragédias como a que vemos agora no Japão, não faltam aqueles que falam em “fúria da natureza” ou, pior, “vingança da natureza”. Se há alguma vingança se manifestando neste tipo de evento catastrófico, é a da lógica contra a irracionalidade. Como diz Menegat, a Terra e a natureza não são prioridades para a sociedade contemporânea. Propagandas de bancos, operadoras de cartões de crédito e empresas telefônicas fazem a apologia do mundo sem limites e sem fronteiras, do consumidor que pode tudo.

As reflexões de Kant sobre o terremoto de Lisboa não são, é claro, o carro-chefe de sua obra. A maior contribuição do filósofo alemão ao pensamento humano foi impor uma espécie de regra de finitude ao conhecimento humano: somos seres corporais, cuja possibilidade de conhecimento se dá em limites espaço-temporais. Esses limites estabelecidos por Kant na Crítica da Razão Pura não diminuem em nada a razão humana. Pelo contrário, a engrandecem ao livrá-la de tentações megalomaníacas que sonham em levar o pensamento humano a alturas irrespiráveis. Assim como a razão, o mundo tem limites. Pensar o contrário e conceber um mundo ilimitado, onde podemos tudo, é alimentar uma espécie de metafísica da destruição que parece estar bem assentada no planeta.

Feliz ou infelizmente, a natureza está aí sempre pronta a nos despertar deste sono dogmático.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17534.

 

Como comentário adicional, faço o seguinte: “Venha de onde vier, o fato é que ninguém vive nos dias de hoje sem a eletricidade, venha ela de baterias, de hidrelétricas, de termelétricas ou reatores nucleares. Para o nosso conforto imediato acabamos sempre negligenciando as consequências que agora estamos sofrendo, seja sob a forma de transformações climáticas ou, por último, esse desastre do Japão ocasionado pela negligencia na análise do risco de se construir usinas nucleares em locais em que os tremores de terra são fortes e constantes, senão diários.

Infelizmente, constatamos que é preciso acontecer um acidente nuclear da magnitude que estamos acompanhando passo a passo pelo noticiário para nos convencermos de que é preciso mudar para alternativas não poluidoras e sem risco de contaminação nuclear. Lição que até o momento já custou mais de 7.000 vidas e mais de 180 bilhões de dólares para a economia do Japão.

sábado, 12 de março de 2011

Revivendo Luís de Camões.

Revivendo Camões nas ondas de propinas e corrupção que assolam o planeta e em especial o Brasil,

 

"Adaptação moderna dos "Lusíadas", de Luís Vaz de Camões", recebido de um Irmão de Portugal.

 

I

 

As sarnas de barões todos inchados

Eleitos pela plebe lusitana

Que agora se encontram instalados

Fazendo aquilo que lhes dá na gana

Nos seus poleiros bem engalanados,

Mais do que permite a decência humana,

Olvidam-se de quanto proclamaram

Em campanhas com que nos enganaram!

 

II

 

E também as jogadas habilidosas

Daqueles tais que foram dilatando

Contas bancárias ignominiosas,

Do Minho ao Algarve tudo devastando,

Guardam para si as coisas valiosas.

Desprezam quem de fome vai chorando!

Gritando levarei, se tiver arte,

Esta falta de vergonha a toda a parte!

 

III

 

Falem da crise grega todo o ano!

E das aflições que à Europa deram;

Calem-se aqueles que por engano.

Votaram no refugo que elegeram!

Que a mim mete-me nojo o peito ufano

De crápulas que só enriqueceram

Com a prática de trafulhice tanta

Que andarem à solta só me espanta.

 

IV

 

E vós, ninfas do Coura onde eu nado

Por quem sempre senti carinho ardente

Não me deixeis agora abandonado

E concedei engenho à minha mente,

De modo a que possa, convosco ao lado,

Desmascarar de forma eloquente

Aqueles que já têm no seu gene

A besta horrível do poder perene!

 

 

Fr. +João Baptista Neto

 

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Manifesto - Sim à Vida

23/02/11

NOTA INFORMATIVA

 

Manifesto Sim à Vida

 

O Grande Priorado da Espanha  adere
ao Manifesto do Dia Internacional da Vida 2011

 

 

No dia 26 de março, a sociedade civil festeja um dia de amor à vida

 

As organizações defensoras da vida e da família se reunem, nesta data, ao meio dia, num grande ato público, em Madrid, para celebrar juntas o Dia Internacional da Vida 2011.

 

Representando milhões de espanhóis, queremos fazer um chamamento à sociedade para que se avive a consciência do valor de toda vida humana e se exija seu respeito e proteção legal, desde a concepção até a morte natural. Nos propomos, neste ato, proclamar e festejar o dom da vida, como um direito natural, primordial e inegociável de todo ser humano.

 

Pedimos, em primeiro lugar, a todas e cada uma das forças políticas que incluam em seus programas eleitorais o compromisso de defender a vida e romper com a cultura da morte, que foi se impondo na Espanha nas últimas décadas.

 

De concreto, solicitamos a abolição de toda legislação permissiva do aborto e o rechaço a todas às iniciativas que facilitam a eutanásia e a manipulação dos embriões humanos, assim como a exclusão, em nossa sociedade, de qualquer forma de condescendência com o terrorismo e o maltrato.

 

Apelamos aos meios de comunicação para que difundam uma imagem positiva da vida, da maternidade e da gravidez.

 

Os Poderes Públicos, de sua parte, devem ajudar à mulher grávida e estabelecer políticas ativas de apoio ao nascimento de novas vidas, que constituirão a maior riqueza espiritual e material da Espanha no futuro.

 

Exigimos das administrações públicas dar especial proteção aos incapacitados, anciãos e enfermos terminais, proporcionando meios para melhorar sua qualidade de vida, especialmente em seus últimos dias e prestando os cuidados paliativos.

 

Pedimos que se respeite o direito à objeção de consciência e apoiamos os profissionais da saúde que se negam a colaborar com qualquer prática que atenta contra a vida humana como o aborto e eutanásia. Respaldamos, com admiração, as correntes que combatem o terrorismo, os crímes de sangue e o maltrato.

 

Como participantes nesta manifestação nos comprometemos a trabalhar ativamente pela defesa da vida e da família, seja de forma individual ou unindo nossas vozes às organizações que lutam por esses ideais.

 

Ficamos, pois, COMPROMETIDOS COM A VIDA!

 

Para mais informação http://sialavida25m.org/

 

 

Gran Priorato de España
Priorato Magistral de la OSMTJ

 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

BBB 11

Reproduzo abaixo um comentário atribuído a Luiz Fernando Veríssimo:

 

(Se de fato é, fica a dúvida. Ele mesmo já disse que muita coisa que está na net em seu nome, não é verdade.)

 

Seja quem for o Autor, o fato é que se encaixa perfeitamente com o pensamento de muitos. Numa análise superficial,

pergunto o que se pode extrair de útil e enriquecedor ao final de cada apresentação?

Leiam e vejam se o Autor não tem razão.

 

 

“Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB),

produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos

chegar ao fundo do poço.

A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que

há de pior na TV brasileira.

Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar

tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve

seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo,

principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema

banalização do sexo.

Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays,

lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos ?heróis?, como são

chamados por Pedro Bial.

Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas

sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou

heterossexuais.

O BBB é a realidade em busca do IBOPE...

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB.

Ele prometeu um ? zoológico humano divertido?.

Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de

clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor

como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim,

se submete a ser apresentador de um programa desse nível.

Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente

bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer

tão cedo.

Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte

da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro

repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e

meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente,

chamando-os de heróis.

Caminho árduo?

Heróis?

São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de b rasileiros:

profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os

professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores

incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com

dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados.

Heróis são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por

dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo

santo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas

porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam

suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como

mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede

Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não

acrescenta informações e co nhecimentos intelectuais aos telespectadores,

nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por

exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino

de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a

"entender o comportamento humano".

Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB:

José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove

milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a

trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e

setecentos mil reais.

Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse

dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e

saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de

5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e

indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário

Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...,

estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins...,

telefonar para um amigo... , visitar os avós..., pescar..., brincar com

as crianças..., namorar... ou simplesmente dormir.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o

que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa

sociedade.”