sexta-feira, 26 de março de 2010

A OSMTJ advoga a defesa dos valores cristãos em defesa da vida e da regeneração ética e moral da sociedade

Comentário

 

Não é por pertencer à OSMTJ que elogio o Manifesto.

Também não é preciso dizer que não são fatos novos que estão sendo apontados. Basta pegarmos os jornais dos últimos 30 dias e vamos encontrar todos esses fatos aqui apontados centenas, senão milhares de vezes. Trata-se de uma fotografia atualizada de nossa sociedade no mundo todo – estamos vivenciando um caos de valores , onde em nome do sucesso e consumismo desenfreado vale tudo.

 

Este Manifesto é um brado aos que ainda se preocupam e acreditam que seja possível ressuscitar esses valores que estão desmoronando, garantindo assim um futuro mais promissor para nossos filhos e netos. Esses valores são as linhas, em muitos casos, que delimitam as ações normais das ações criminosas.

 

Ass.: Arauto do Templo

 

GRAN PRIORATO DE ESPAÑA de la Orden Soberana y Militar del Temple de Jerusalem (OSMTJ)

 

Comunicado oficial após o Convento Geral

celebrado em 20 de março em Almeria

 

 

 

 

A OSMTJ advoga a defesa dos valores cristãos

em defesa da vida e da regeneração ética e moral

da sociedade

 

 

 

O Convento Geral do Grande Priorado da Espanha da Ordem Soberana e Militar do Templo de Jerusalem (OSMTJ), reunido na cidade de Almeria aos 20 de março de 2010, quer se dirigir a todos aqueles que desejam de coração defender a moral, a virtude e a tradição cristã frente este mundo materialista e egoista:

 

 

1. Liberdade religiosa

 

 

Queremos fazer constar nossa vontade de diálogo, de nossa natural tolerância e compreensão para com as pessoas de diferentes crenças religiosas e do respeito que mantemos por seus ritos particulares para se dirigir a Deus, a esse Deus único para todos, o chamemos como o chamemos.

 

Hoje em dia continua havendo lutas e conflitos por motivos religiosos, se discrimina, se tortura e se mata em nome de Deus, e isso não é tolerável numa sociedade desenvolvida. Com toda a determinação de que somos capazes, queremos fazer constar que não podemos aceitar de modo algum o tratamento que recebem por parte de determinados governos, de países em que a religião islâmica é majoritária, nossos irmãos cristãos, que tem que realizar seus cultos quer de forma oculta pelo medo à represálias, quer pela intolerância de grupos ou porque é expressamente proibido pelas leis desses estados.

 

O direito internacional, naqueles países em que não existem tratados específicos, se baseia no princípio da reciprocidade. Pois bem, queremos a partir daqui instar que todos os governos ocidentais, com uma sociedade majoritariamente cristã, exijam aos países de onde se aceita a imigração seja por razões humanitárias ou outra, que se cumpra esse princípio, de tal forma que se nesses lugares não se pode praticar livre e publicamente o culto cristão, seja o próprio governo de cada país ocidental que regule os cultos de grupos extremistas que em suas regiões perseguem e acossam outras religiões, enquanto não haja regulação e tranquilidade para nossos irmãos nesses lugares.

 

Não toleraremos atos autoritários. Ser tolerante não significa ficar de braços cruzados diante do avanço pretendido de religiões que bem pouco tem de permissivas ou tolerantes. As posturas extremistas mesclam política e religião e caem no sectarismo. Não queremos esse futuro para nossos filhos, nem deixar para as gerações vindouras uma forma de vida e crenças marcadas pela atuação de grupos que amparando-se na religião proclamam a guerra santa a seu favor.

 

Além desse fanatismo religioso, que impede em muitos lugares do mundo o exercício do direito à liberdade religiosa, também existe em nossa sociedade, e de uma forma cada vez mais visível, uma promoção da indiferença religiosa ou do ateísmo prático. Quando o Estado promove, ensina, adoutrina ou inclusive impõe formas de ateísmo prático, priva seus cidadãos da força moral e espiritual indispensável para se comprometer com o desenvolvimento integral.

 

Estamos sofrendo um revanchismo anticristão, cuja fúria tenta arrasar com qualquer sinal que lembre nossa identidade religiosa, e não podemos esquecer uma coisa: nossa sociedade não só é judaica cristã no sentido da transcendência espiritual. O é também no sentido cívico, o cristianismo forjou ao longo dos séculos um autêntico código de convivência. E ainda mais além: nos definiu como país, goste ou não.

 

A perseguição e ataque aos símbolos cristãos está condicionada pelo conceito de "laicismo ocidental", a perversão e mal entendimento deste conceito produziu um "laicismo fundamentalista" que gera fenômenos de falta de respeito à prática religiosa cristã.

 

A partir do Grande Priorado da Espanha da OSMTJ exigimos o respeito em nosso país à prática livre e aberta do cristianismo e reprovamos qualquer forma de fobia cristã ou discriminação de indivíduos ou grupos pelo fato de sua fé cristã.

 

 

 

2. Família e direito à vida

 

 

 

Um aspecto intimamente ligado ao revanchismo anticristão é a ausência total de respeito à vida e à familia que de modo algum podem se separar das questões relacionadas com o desenvolvimento dos povos. Vivemos em uma sociedade na que se quer suprimir com uma canetada a importância da família, esquecendo inclusive a Declaração Universal dos direitos Humanos, que contém em seu artigo 16 que a família é o elemento natural e fundamental da sociedade e do Estado. É a própria família o núcleo onde se forma uma sociedade ou um país. Por esta razão a família ou o conceito de família não devem ser perseguidos, maltratados ou ignorados.

 

O momento atual de crise contribuiu para que se redescubra a família como um potencial de amortecimento da pobreza, da greve, da marginalidade... A família é um núcleo de solidariedade dentro de nossa sociedade, um núcleo de amor.

 

Não podemos entender uma sociedade na qual se quer impor o aborto como uma prática de contrôle, como um método anticonceptivo a mais. As legislações contrárias à vida estão cada vez mais abrangentes e estão contribuindo para difundir uma mentalidade antinatalista, que em muitas ocasiões se tenta transmitir como se fosse um progresso cultural.

 

A abertura à vida está no centro do verdadeiro desenvolvimento, se se perde a sensibilidade pessoal e social para acolher uma nova vida, também se enfraquecem outras formas de acolhida proveitosas para a vida social. Estão empregando enormes quantidades de recursos econômicos e intelectuais para satisfazer os desejos egoístas entre os próprios cidadãos, deixando de lado o respeito fundamental à vida.

 

A partir do Grande Priorado da Espanha advogamos pela promoção de leis que protejam o direito à vida do nascituro e o direito a ser mãe, o que se respeita o direito dos pais a dar formação a seus filhos em matéria de educação sexual e o direito do pessoal da área de saúde à objeção de consciência.

 

 

 

3. Educação

 

 

 

A história dos ideais políticos e a história dos fatos políticos nos ensinam que quando o Estado se propõe a atuar, e atua como educador da sociedade e da nação se coloca em uma perigosa dependência, que o leva a cair na tentação de um totalitarismo radical. O princípio do laicismo como expulsão da religião do espaço público deriva da comprenssão da ética pública como ética dos mínimos que transcende qualquer visão religiosa da existência humana e sua possível manifestação social.

 

Por definição a ética de mínimos postulada no atual sistema educativo exige sustentar e aplicar o princípio de laicidade expressa, muito distante da neutralidade religiosa como princípio constitucional que obriga ao Estado à cooperação com as confissões mais arraigadas na sociedade espanhola (art.16.3 CE).

 

Entendemos que o Estado não deve pretender educar os neófitos em questões morais, como assim o dispõe os tratados internacionais sobre Direito à Educação, transmitindo uma forma de ver a vida que nada tem a ver com com a de milhões de famílias cristãs em nosso país. É por isso que defendemos o direito de eleição por parte dos pais de que educação recebem seus filhos, e defendemos o direito à objeção de consciência por parte dos alunos a matérias como Educação para a Cidadania.

 

 

 

4. Crise econômica e greve

 

 

 

Vivemos numa sociedade na qual não se valoriza o indivíduo como pessoa, onde se antepõe o ideal de existência que antepõe a toda a produtividade. Entendemos que o desenvolvimento se quer ser realmente humano deve estar focado e ordenado à consecução de um bem comum, é necessária de forma urgente em nossa sociedade a civilização da economia, é prioritária uma economia mais solidária que não baseie seus princípios na produtividade sem medida. A economia necessita de ética para seu correto funcionamento, fazendo uma valoração equitativa do trabalho humano como um elemento do benefício produtivo, não só como uma valoração simples.

 

 

 

5. Ética e moral na vida pública

 

 

 

A religião cristã pode conrtribuir para o desenvolvimento cultural, social, econômico e político. A negação às pessoas ou aos grupos de professar publicamente sua religião tem consequencias negativas. No laicismo e no fundamentalismo se perde a possibilidade de diálogo e colaboração entre a fé e a razão. A razão tem a necessidade da fé para manifestar seu rosto humano, e mais que nunhuma a razão política que em demasiadas ocasiões se cr^onipotente e ensina seu aspecto mais opressor e agressivo. Estamos em um momento histórico de depreciação da política, e onde a apologia dos direitos individuais é manifesta frente ao bem comum. O problema se centra hoje na necessidade de sanear o exercício da política, que entrou em um processo quase necessário de corrupção.

 

Como cristãos, cremos que o mundo não é fruto nem da necessidade nem da casualidade, senão que é um projeto de Deus. Daí que advogamos pela união dos homens num projeto comum em busca em busca do bem comum, onde não cabem a corrupção, a exclusão da fé de nossas sociedades, nem o individualismo belicoso em busca unicamente do benefício próprio.

 

 

 

A partir do Grande Priorado da Espanha da OSMTJ, nos oferecemos para trabalhar na consecução destas idéias e em defesa de nossa religião e seus princípios éticos e morais, uma relgião eleita livremente e praticada de acordo com cada consciência, tudo isso para conseguir um mundo melhor e dar maior Glória a Deus.

 

O Grande Priorado da Espanha pede a todos os espanhóis de boa vontade, cujos valores e ética sejam coincidentes com estes princípios, se somem a esta iniciativa e trabalhem junto a nós para fazer uma sociedade mais justa e solidária.

 

 

 

"Non Nobis Domine, non Nobis, sed Nomini tuo da Gloriam"

 

 

Em Almeria, aos vinte dias do mes de março do ano do Senhor de dois mil e dez. Anno Templi DCCCXCII


 

 

 

 

quinta-feira, 25 de março de 2010

ENC: MULTA DE TRÂNSITO...........aposto que ninguém sabia!

COMENTÁRIO

 

O interessante é que o que beneficia o consumidor ou o usuário de um Serviço nunca é tão divulgado como o são as penalidades e a obrigação de pagar multas, impostos..etc.

O Irmão Ricardo Borges conseguiu localizar um desses raros “Benefícios” e está nos repassando.

Fica a sugestão desse Blog para as Autoridades encarregadas de disciplinar uma atividade através da aplicação de penalidades e multas que divulguem com a mesma ênfase os benefícios a elas também relacionados, como no presente caso.

 

Arauto do Templo


Assunto: MULTA DE TRÂNSITO...........aposto que ninguém sabia!

 

MULTA DE TRÂNSITO...........aposto que ninguém sabia!

 


 

MAIS UMA QUE NÃO SABÍAMOS . . . . . . . . . Para conhecimento, pode ser útil.

 

No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.

 

Código de Trânsito Brasileiro

Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

 

DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!

 

Boa semana!