quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Re: [templelucis] Adiamento da Investidura de 25.11.16 no Rio de Janeiro.

Há duas maneiras de viver a vida: uma como se nada fosse um milagre e outra como se tudo fosse um milagre. Albert Einstein

Meu senhor, estaremos torcendo pelo melhor e por uma plena recuperação!

Manteremos seu nome em nossas orações pela saúde!

Paz e Bem
ACT Renato Cruz

Enviado do meu iPhone

Em 16 de nov de 2016, às 20:08, João Baptista Neto jbaptistaneto@gmail.com [templelucis] <templelucis@yahoogrupos.com.br> escreveu:

 

Irmãos, Saudações.

 

        Com pesar e por motivo de força maior – procedimento médico para determinar, ou não, cirurgia para colocação de ponte safena - , informo que a Cerimonia de Investidura marcada para 24 e 25 próximo foram adiadas para, em princípio, Janeiro de 2017, em data a ser posteriormente informada, dependendo do desenrolar dos acontecimentos.

        Esperando a compreensão de todos e desculpando-me pelo inconveniente, envio um

 

Fraterno Abraço,

 

Fr. ++João Baptista Neto

                Prior




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__._,_.___

Enviado por: =?iso-8859-1?Q?Jo=E3o_Baptista_Neto?= <jbaptistaneto@gmail.com>
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&quot;A Luz do Mundo&quot; - Mestre e Nosso Senhor Jesus Cristo.

&quot;Testemunho da Luz&quot; - São João Batista.

&quot;Luz do Templo&quot; - São Bernardo de Claraval.

&quot;Chama Viva do Templo&quot; - Grão Mestre Jacques de Molay.

&quot;NON NOBIS DOMINE, NON NOBIS, SED NOMINI TUO DA GLORIAM&quot;

&quot;Sursum Corda - Habemus ad Domine&quot;.

.

__,_._,___

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Adiamento da Investidura de 25.11.16 no Rio de Janeiro.

Irmãos, Saudações.

 

        Com pesar e por motivo de força maior – procedimento médico para determinar, ou não, cirurgia para colocação de ponte safena - , informo que a Cerimonia de Investidura marcada para 24 e 25 próximo foram adiadas para, em princípio, Janeiro de 2017, em data a ser posteriormente informada, dependendo do desenrolar dos acontecimentos.

        Esperando a compreensão de todos e desculpando-me pelo inconveniente, envio um

 

Fraterno Abraço,

 

Fr. ++João Baptista Neto

                Prior




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sábado, 29 de outubro de 2016

Areligião do medo

Por: Frei Betto (OP)

 

“Convencer fiéis a abdicar de recursos para sustentar supostos arautos do divino é explorar os efeitos sem alertar para as causas.”

 

        Muitos cristãos foram educados na religião do medo. Medo do inferno, das chamas eternas, das artimanhas do demônio. E quando o medo se apodera de nós, adverte Freud, transforma-se em fobia. Recurso sempre utilizado por instituições autocráticas que procuram impor seus dogmas a ferro e fogo, de modo a induzir as pessoas a trocar a liberdade pela segurança.

        Quando se abre mão da liberdade, demite-se da consciência crítica, omite-se perante os desmandos do poder, acovarda-se agasalhado pelo nicho de uma suposta proteção superior. Foi assim na Igreja da Inquisição, na ditadura estalinista, no regime nazista. É assim a xenofobia ianque, o terrorismo islâmico e os segmentos religiosos que dão mais valor ao diabo que a Deus, e prometem livrar os fiéis de males através da vulgarização de exorcismos, curas milagrosas e outras panaceias para enganar os incautos.

        Em nome de uma ação missionária, milhões de indígenas foram exterminados na colonização da América Latina. Em nome da pureza ariana, o nazismo erigiu campos de extermínio. Em nome do socialismo, Stalin ceifou a vida de 20 milhões de camponeses. Em nome da defesa da democracia, o governo dos EUA semeia guerras e, no passado recente, implantou na América Latina sangrentas ditaduras.

        Convencer fiéis a abdicarem de recursos científicos, como a da medicina, e de boa parte da renda familiar para sustentar supostos arautos do divino é explorar os efeitos sem alertar para as causas. Já que, no Brasil, milagre é o povo ter acesso ao serviço de saúde de qualidade, haja engodo religioso travestido de milagre!

        A religião do medo alardeia que só ela é a verdadeira. As demais são heréticas, ímpias, idólatras ou demoníacas. Assim reforçam o fundamentalismo, desde o bélico, que considera inimigo todo aquele que não reza pelo seu livro sagrado, até o sutil, como o que discrimina os adeptos de outras tradições religiosas e sataniza os homossexuais e os ateus.

        A modernidade conquistou o Estado Laico e separou o poder político do poder religioso. Porém, há poderes políticos travestidos de poder religioso, como a convicção ianque do “destino manifesto”, como há poderes religiosos que se articulam para ocupar espaços políticos.

        Até o mercado se deixa impregnar de fetiche religioso ao tentar nos convencer de que devemos ter fé em sua “mão invisível” e prestar culto ao dinheiro. Como afirmou o papa Francisco em Assis, a 5 de Junho de 2013, “se há crianças que não tem o que comer (...) e uns sem abrigo morrem de frio na rua, não é notícia. Ao contrário, a diminuição de dez pontos na Bolsa de Valores constitui uma tragédia”.

        Uma religião que não pratica a tolerância nem respeita a divergência religiosa, e se nega a amar quem não reza pelo seu Credo, serve para ser lançada ao fogo. Uma religião que não defende os direitos dos pobres e excluídos é, como disse Jesus, mero “sepulcro caiado”. E quando ela enche de belas palavras os ouvidos dos fiéis, enquanto limpa seus bolsos em flagrante estelionato, não passa de um “covil de ladrões”.

        O critério para se avaliar um verdadeira religião não é o que ela diz de si mesma. É aquela cujos fiéis se empenham para que “todos tenham vida, e vida em abundância” (João 10,10) e abraçam a justiça como fonte de paz.

        Deus não quer ser servido e amado em livros sagrados, templos, dogmas e  preceitos. E sim naquele que foi “criado à Sua imagem e semelhança”: o ser humano, em especial aqueles que padecem de fome, sede, doença, abandono e opressão (Mateus 25, 36-41).

 

Transcrito do jornal O Globo, de 29.10.16

 

Arauto do Templo.    

 

 




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domingo, 2 de outubro de 2016

Caráter evangélico do voto

Caráter evangélico do voto

Por Frei Betto (OP)

"Nossa democracia precisa estar enraizada na pedra sólida de quem veio para servir a todos, e não para tirar proveitos e obter privilégios".

 

       Votar é um ato de caridade. Ou de egoísmo e, portanto, de ofensa ao próximo e a Deus. Posso votar com raiva, visando apenas derrotar o adversário de meu candidato. Ou porque espero obter da eleição algum benefício pessoal.

      O pior voto é o de quem se deixa seduzir pela propaganda enganosa. De quem vota por mera simpatia ao candidato, sem conhecer os seus reais compromissos e interesses. Ou de quem vota esperando receber algum benefício pessoal ou familiar, sem pensar na melhoria do município e dos direitos da população.

      Desde a Grécia antiga, votar é escolher quem deve administrar a cidade para o bem comum. A democracia nasceu imperfeita, pois entre os gregos eram poucos os homens ivres se comparados ao número de escravos, e imperfeita a democracia continua. Cabe a nós cidadãos, aperfeiçoa-la. 

      ESTÁ, AO ALCANCE DE NOSSO VOTO escolher vereadores e prefeitos que administrem o município em favor da maioria da população, e não de corporações ou da minoria que usa a máquina pública em benefício próprio, inclusive embolsando o dinheiro de nossos impostos pela via da corrupção.

      Votar bem nos exige espiritualidade. Torna-se um ato de caridade quando, ao me aproximar da urna, não penso em meus interesses, mas nos direitos daqueles que ainda se encontram sem acesso digno à alimentação de qualidade, à saúde, à educação à cultura, ao transporte público, à moradia e ao lazer.

      O olho do eleitor deve se estender para além de seu bairro e se perguntar como seu voto pode melhorar as condições de vida nas periferias, erradicar as favela, favorecer o transporte coletivo, ampliar o saneamento, e combater os cartéis de ônibus, as milícias e o narcotráfico.

      "Vim para que todos tenham vida e vida em abundância" (João 10,10), disse aquele que partilhou os pães e os peixes para saciar a fome da multidão. A vida é o dom maior de Deus. Portanto, não há exagero em afirmar que votar de acordo com a vontade de Deus é eleger vereadores e prefeitos que terão por meta favorecer a maioria da população do município, em especial os mais carentes de direitos.

      O voto de caridade não se pergunta se o candidato é cristão, espírita, adepto do candoblé ou ateu. "Nem todo aquele que se diz Senhor, entrará no Reino dos Céus" (Mateus 7,21).

       Há candidatos que posam de santinhos, são indicados por padres e pastores, enchem a boca com o nome de Jesus, mas são lobos em peles de ovelhas. Estão centrados em suas ambições políticas pessoais e vinculados aos interesses escusos das corporações que representam. São insensíveis aos dramas dos pobres e dos excluídos.

      Não nos dixemos enganar por belos discursos e sedutoras promessas. Procuremos nos informar sobre a vida pregressa de nossos candidatos. Verificar se, de fato, se empenharam pelo bem da maioria e lutaram contra os preconceitos e opressão.

      Caso contrário,estaremos semeando vento para colher tempestades. E a democracia brasileira já se encontra suficientemente fragilizada para alicerçarmos sua base - a eleição municipal - na areia movediça dos que, uma vez eleitos, cospem em nossos votos. Nossa democracia precisa estar enraizada na pedra sólida de quem veio para servir a todos, e não para tirar proveitos e obter privilégios.

 

Extraído do jornal O Globo, de 01.10.2016 

Arauto do Templo

 

 

 




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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

INVESTIDURAS DE 2016



CONVITE

CERIMÔNIAS DE INVESTIDURA EM NOVEMBRO 2016
SURSUM CORDA

É com grande satisfação que a TempleBrasil e o Priorado Magistral do Rio de Janeiro da "ORDO SUPREMUS MILITARIS TEMPLI HIEROSOLYMITANI - OSMTH-PORTO - PT", vem a público para convidar as Excelentíssimas Autoridades Eclesiásticas, Civis, Militares e Digníssimo  Público a assistirem as cerimônias de Investidura Templária a seguir de Missa Solene que faremos celebrar nos seguintes dias e locais:

+ 18 de Novembro - No Estado do Pará - PA
Local: Igreja de Cristo Rei, em Ananindeua;
Horário: 18 Horas;
Celebrante: Revmo. Dom Alberto Taveira Corrêa - Arcebispo Metropolitano de Belém do Pará; e,

+ 25 de Novembro - No Estado do Rio de Janeiro - RJ
Local: Igreja de N.S. da Conceição e S. José, no Engenho de Dentro ;
Horário: 18 Horas;
Celebrante: Revmo. Monsenhor Gustavo José Cruz Auler - Pároco
.
As Damas e os Cavaleiros Templários sentir-se-ão muito honrados com V. presenças

HABEMUS AD DOMINE
.
Non nobis Domine, non nobis, sed nomini Tuo da Gloriam

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Combatendo nosso inimigo maior - nós mesmos.

Após a leitura do artigo abaixo, paremos e reflitamos alguns minutos. Veremos que nos identificamos em vários pontos.

Todos temos nossas falhas e defeitos, não somos melhores e mais perfeitos que ninguém, não somos a palmatória do mundo. Porque só vemos os defeitos nos outros?

Como sabemos, do pensamento deriva a ação. Portanto, pensemos bastante antes de tomarmos uma atitude, expressar uma opinião.

Na natureza e na vida, tudo muda; nada é permanente e definitivo. Porque não mudarmos nossos conceitos a respeito de determinados assuntos, ou nossa forma de agir frente a determinadas situações? Por que não sermos, afinal, um pouco mais tolerantes? Quem sabe, o mundo não ficaria um pouco melhor!

 

Arauto do Templo

___________________________

 

Há um terrorista em mim.

 

Por: Frei Betto (O.P.)

Extraído do Jornal “O Globo”, de 03.12.15

 

Ele não é muçulmano, mas também pertence ao EI, o Estado da

Intolerância, que se impõe no almoço em família, no papo com amigos, no local de trabalho.

 

É fácil criticar os terroristas do Estado Islâmico, que não respeitam nada nem ninguém. Difícil é derrotar o terrorista que me habita e se manifesta quando encontro quem não pensa como eu. “Como ousa defender outro partido?”, indago aos gritos, com raiva, deixando vazar o ódio que guardo no peito. Saio falando mal do partido e do amigo que tem a desfaçatez de ainda justificar políticos e políticas que só contribuíram para o atraso deste país.

SE EU PUDESSE ME DESPIR DESSA PELE de cordeiro que encobre o lobo que sou, calava o meu amigo, cortava-lhe a língua, libertava o seu cérebro dessa lavagem cerebral a que foi submetido. Será que todos não se dão conta que eu tenho sempre razão? E depois reclamam quando detono as bombas que trago nas entranhas e, inflamado, vocifero contra os estúpidos que insistem em me convencer de suas opiniões insensatas.

O terrorista que me povoa usa armas ferinas; difama e calunia, sem dar ao outro o benefício da dúvida, e muito menos o direito de defesa. É um fanático religioso. Na fase ateia, defende a não existência de Deus, considera todos os crentes imbecis, alienados, dopados pelo ópio do povo, movidos pela ilusão de que há transcendência e vida após a morte. Na fase religiosa, não admite a convivência de todas as religiões. Há um só Deus, o dele! Um só credo, o que ele professa! Todos que não creem como ele crê merecem a perseguição, a morte, o inferno, pois são todos infiéis, heréticos, idólatras.

O terrorista que há em mim fala em democracia para o público externo. No íntimo, advoga uma sociedade autoritária, na qual todos pensem e ajam como ele, numa demonstração inquestionável de que fora do pensamento único não há salvação. Também fala da ética e proclama que é pecado roubar, mas embolsa o dinheiro dos fiéis, constrói mansões para o conforto de seu ego, tem horror de pobres, finge milagres para reforçar a aura divina de seu poder.

O terrorista que ocupa o meu coração é homofóbico, machista, racista, intolerante com aqueles que não se comportam segundo padrões moralistas de decência. É arrogante, prega certezas irrefutáveis. Mal-educado e grosseiro, não se levanta para dar lugar ao idoso e à mulher grávida. Desconfia da faxineira se um objeto sem valor desaparece da casa; irrita-se quando preso no engarrafamento ou se vê obrigado a enfrentar filas; usa a política para alcançar seus propósitos escusos.

O terrorista que comanda minhas emoções não é muçulmano, mas também pertence ao EI – Estado da intolerância, que se impõe no almoço em família, no papo da roda de amigos, no local de trabalho. Ainda que dê ouvidos a um boçal para fingir educação, o que gostaria mesmo era de calá-lo com um soco na cara e quebrar-lhe os dentes.

Esse terrorista que, em sociedade me usa como disfarce, não grita Allahu Akbar (Deus é grande). Grita: Eu sou o cara! Dobrem-se à minha opinião! E degola virtualmente todos que discordam. Estes são queimados vivos nas brasas aquecidas pelo ódio. Divulga na Internet tudo que possa ridicularizar os desafetos, adicionando mais lenha na fogueira da inquisição cibernética.

Esse terrorista fundamentalista jamais dirá ao outro “a tua fé te salvou”, como fez Jesus. Dirá “eu te salvei”. Isso se o outro comungar a fé que ele professa, ao contrário de Jesus, que ousou, em supremo gesto de liberdade religiosa, dizer “a tua fé te salvou” ao centurião romano, que professava o paganismo, e à mulher cananeia, que pertencia a um povo politeísta.

 

 

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Mensagem de Natal

MENSAGEM DE NATAL - 2015

PRIORADO MAGISTRAL DO RIO DE JANEIRO  -  OSMTH – PORTO – PT

 

SURSUM CORDA

 

Irmãos, Saudações Templárias e Natalinas

 

Renasce uma vez mais o menino Jesus, nosso símbolo maior de Luz e de Esperança.

De Luz, desejando que ilumine cada vez mais nossas mentes e corações, banindo as trevas da insensatez, das disputas, da cobiça e das guerras.

De Esperança, desejando que a humanidade venha a ter dias melhores, dias de paz, de justiça, de amor fraterno, que possamos amar o próximo como a nós mesmos, para que sejamos dignos das promessas do Cristo de Deus.

Feliz Natal a todos os Irmãos do Templo e familiares.

 

HABEMUS AD DOMINE

 

Fr. ++João Baptista Neto (MC)

                Prior

Priorado Magistral do Rio de Janeiro

        OSMTH – Porto - PT

                nnDnn

Arauto do Templo

 

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